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Diabetes

Diabetes

O Diabetes Mellitus, também conhecido como hiperglicemia, ou aumento de açúcar no sangue, é uma doença ocasionada devido à deficiência de insulina produzida pelo pâncreas. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas. Os sintomas podem aparecer de imediato ou lentamente. O mais comum é que a doença só apresente seus sintomas característicos quando a taxa de glicose está muito elevada em torno de 400 ou 500mg/dL.

O diabetes é classificado em quatro tipos:

  • Diabetes Mellitus tipo I – provocada pela destruição da célula beta do pâncreas.
  • Diabetes Mellitus tipo II – provocado por uma resistência à ação da insulina associado a uma deficiência de sua secreção.
  • Diabetes gestacional – alteração das taxas de açúcar no sangue durante a fase de gravidez.
  • Outros tipos de Diabetes – associado a desordens genéticas, uso de medicamentos, doenças pancreáticas, infecções e outras doenças endócrinas.

Sintomas e desenvolvimento

  • Sede em excesso;
  • Constante vontade de urinar;
  • Perda rápida de peso;
  • Fome exagerada;
  • Visão embaçada;
  • Infecções repetidas na pele ou mucosas;
  • Machucados que demoram a cicatrizar;
  • Fadiga;
  • Má circulação e dores nas pernas.

Em alguns casos os sintomas são inexistentes, principalmente no caso do diabetes tipo II. Levando até anos para ser detectado, o individuo poderá sentir alguns sintomas vagos. Fique em alerta, faça exames periódicos, não importando a idade, pois todos nós estamos susceptíveis a doença.

Fatores de riscos

  • Idade igual ou superior a 45 anos;
  • Histórico familiar de diabetes (pai, mãe, etc);
  • Sedentarismo;
  • HdL baixo ou triglicerídeos elevado;
  • Hipertensão arterial;
  • Doença coronária;
  • Diabetes gestacional;
  • Uso de medicamentos que elevam a glicose.

Tratamento?

O tratamento envolve quatro aspectos significantes:

  • Dieta alimentar – de fundamental importância no tratamento da diabetes, auxiliando o paciente a fazer mudanças em seus hábitos alimentares, contribuindo para a normalização da glicemia, diminuindo os riscos cardiovasculares, fornecer as calorias em quantidades suficientes para suprir o gasto energético e manter o peso do paciente de forma saudável. A dieta deve ser equilibrada obedecendo as particularidades de cada paciente. Deve-se evitar gorduras, frituras, embutidos, laticínios integrais, bebidas alcoólicas, molhos e creme ricos em gorduras. A alimentação deve ser rica em fibras, vitaminas, sais minerais.
  • Atividade física regular – o paciente deverá fazer avaliação médica e ser orientado por um profissional da área.
  • Medicamentos hipoglicemiantes – auxiliam no tratamento, sendo específicos dependendo do tipo de diabetes apresentado pelo paciente.
  • Rastreamento – investigação realizada durante o tratamento das complicações crônicas conforme recomendações médicas

Prevenção, o que fazer?

  • Ter uma alimentação balanceada e equilibrada;
  • Manter o peso normal;
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Controlar a pressão arterial;
  • Não fumar;
  • Evitar medicamentos eu possam prejudicar o pâncreas.

Pense nisso! Essas medidas quando adotadas, causam o não aparecimento ou o retardo do diabetes, mesmo quando a pessoas já tem predisposição para a doença devido a fatores genéticos.

Dados da Sociedade Brasileira de Diabetes e das Associações de Pacientes estima que o número de pessoas no Brasil com diabetes está entre 12 a 15 milhões de pessoas. É hora de prevenir!

Referência Bibliográfica

  • MAHAN, L. Kathleen e Strump Escott Sylvia. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 12. ed. São Paulo: editora Elsevier, 2010. 1358p. ISBN:9788535229844.

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Sobre: Maria Clara

Consultora em Alimentação e Nutrição - Graduada pela universidade Federal do Ceará - UFC. Bacharela em Saúde - Universidade federal da Bahia - UFBA

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